Este é um sector que cresceu exponencialmente nos últimos anos, e emprega na actualidade 2,5 milhões de pessoas no mundo, pelo que, ao manter-se esta tendência chegará aos 20 milhões em 2030. Em Portugal, tem vindo a ganhar um peso considerável no conjunto da actividade empresarial, absorvendo uma percentagem significativa de mão-de-obra.

Segundo declarações do Director-Geral da Master.D: “é um sector em clara progressão no panorama empresarial português e mundial… é por isso que os nossos esforços passam por oferecer uma formação de qualidade aos formandos que passam pela Master.D, para os orientar para o êxito nesta carreira profissional”.

Comparativamente a outras fontes de energias renováveis, a solar tem algumas vantagens, como por exemplo, o facto de a distribuição horária da produção estar a par com a do consumo, e de ser a mais indicada para zonas de difícil acesso onde não se podem instalar outras infra-estruturas necessárias para a sua distribuição. Numa primeira fase, apostar-se-á no desenvolvimento tecnológico, que nos permite um aproveitamento mais eficaz da energia, e depois, no lançamento e desenvolvimento de projectos a grande escala, que permitam potenciar uma dinâmica empresarial relevante.

O Ministro da Economia declarou que é intenção da Direcção-Geral da Energia, promover projectos de produção de energia solar. Abre em Setembro “o período PIP para a apresentação de projectos de produção de energia com base na fotovoltáica e na solar térmica”, para lançar mais tarde “o concurso para projectos de maior envergadura e maior capacidade de produção de energia”.

Este é um objectivo claramente definido dentro da orientação estratégica do governo português, que tutela o sector da energia e que desde há algum tempo tenta tirar o máximo proveito das energias renováveis. Em Portugal, 43% da energia consumida a nível global provém de fontes de energia renováveis. Já bastante desenvolvidas estão a eólica e a hidráulica, sendo agora a vez da solar.