Vão ser criadas mais 350 camas em unidades de cuidados paliativos até ao ano de 2016. O projecto de documento de Revisão do Programa Nacional de Cuidados Paliativos prevê ainda a criação de 30 equipas de suporte dentro dos Hospitais, assim como de 40 equipas domiciliárias/comunitárias.

Disponível no site da Direcção Geral de Serviços de Saúde, (http://www.dgs.pt/), o programa aponta a necessidade de equipas multidisciplinares constituídas por diferentes profissionais da saúde. “Médicos que assegurem a visita diária e assistência durante todos os dias da semana incluindo as chamadas e visitas urgentes durante a noite”, pode ler-se. Estes profissionais serão ainda responsáveis pela coordenação técnica das unidades. 

A equipa vai contar ainda com enfermeiros e auxiliares de acção médica em permanência efectiva durante 24 horas, assim como apoio psicológico dividido entre o doente, a sua família e os próprios profissionais de saúde.

Esta é uma área da saúde que abrirá as portas a novos empregos mas é considerada exigente do ponto de vista emocional, pelo que os técnicos deverão possuir o perfil e a formação adequados e, de acordo com o documento, esta deve ser contínua evitando situações de desgaste psicológico.