Ser independente e trabalhar para si mesmo, com um trabalho ao serviço dos outros não é uma utopia. É a chamada Economia Social associada ao tão proclamado empreendedorismo. Qual o significa então “Economia Social”? A Economia Social diz respeito às actividades prosseguidas que consideram aspectos económicas dos problemas sociais, assim como as políticas sociais levadas a cabo. Situa-se entre serviço público e o sistema capitalista radical.

Em Portugal, as iniciativas levadas a cabo pelo Governo através do programa PARES – Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais, iniciado em 2006 prevê investimentos e apoios em equipamentos necessários, nas regiões e valências onde foram mais detectados. Deste modo, o apoio a creches e amas, lares de idosos, centros de dia, serviços de apoio domiciliário, entre outros, permite ao Governo falar, no ano de 2009, na criação de mais de 15 000 postos de trabalho.

Se a este programa juntarmos o apoio de programas de Empreendedorismo promovidos pelo IEFP, ou o IAPMEI, AEP ou ANJE, falta apenas um ingrediente: a vontade de cada pessoa em triunfar. Para isso, a Master-D apresenta as formações de Auxiliar de Geriatria, Auxiliar de Acção Médica e Auxiliar de Educação Infantil.

Para a promoção da Economia Social e do Empreendedorismo, não é necessário ser apenas altruísta, nem pensar unicamente que o serviço público existe para colmatar as carências sociais. Há nichos de mercado que cada potencial empresário poderá explorar com a ajuda da Master-D.